Aqui é um hipermercado de notícias que não interessa a ninguém. Um depósito de inutilidades, onde o ponto de vista de um pacóvio é despejado. Um jornal improfícuo, onde o leitor se vê, quase que sempre, nas impertinências de seu único colaborador.
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Minha filha, que me rouba todos os pirulitos sem nunca tê-los.