Sábado, Dezembro 31, 2011

Bem, ando desidratado demais p´ra escrever. É fim de ano! Já deixei registrado ali, pertinho daqui, bobagens que são p´ra não passar em branco o costume (apesar de dizerem por aí que devemos, sim, passar de branco). Pois bem, roubei dela, de minha mais nova leitora (acho). De Lomaski para o mundo meia-tigelense:


"Fica aqui registrada minha 'mensagem de ano novo' para todas as pessoas que nesse existir de 'anos' eu encontrei, reencontrei e desencontrei! Ano que vem eu quero ter um ano inteiro. Um ano inteiro onde caibam os calendários de novos anos, novos inícios, novos términos. Um ano inteiro com incertezas que nos amedrontam, mas não nos paralisam; um ano inteiro com angústias que nos habitam, mas não sejam nosso único lar; um ano inteiro com dores que não sejam incessantes; um ano inteiro com conflitos que nos mobilizam, com confrontos que nos instigam, com contradições que nos fazem buscar coerências. Um ano inteiro para perseguir utopias que não serão alcançadas. Um ano também inteiro de alegrias que não nos vendem os olhos, um ano inteiro com doçuras que nos tornem pertencentes, com solidões que nos ajudem a sermos boas companhias a nós mesmos e compartilhamentos que nos façam ser o repouso dos guerreiros. Um ano inteiro móvel, passageiro, interminável na possibilidade de adquirirmos novas memórias. Um ano inteiro que contemple formas diversas de sermos os mesmos."

P.S.: Eu queria ter um cansaço desses... :)