Domingo, Julho 05, 2009
Como professor de Português e Filosofia, há blogueiros que acreditam que viver é buscar sinônimos e dubiedades.
Quinta-feira, Junho 25, 2009
Eu gostava de Michael Jackson. Hoje não há como recusar uma comoção.
Domingo, Junho 14, 2009
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Quarta-feira, Junho 03, 2009
Vai aqui uma resposta ao Sergio Conti, que expôs, em uma carta virtual, a desconfiança, num tom de brincadeira, da relação dos americanos com o Ivan Lessa - quando este ainda batucava no país tropical sob efeito de rapé. O danado não teve pai, logo manjei.
Ah!, saudades que eu tenho de Lessas. Todos alegres, dispostos a brincar, feito Teletubbies.
Clique aqui e manje uma pontinha do "nada-quase-tudo" sítio que abrigava os bilhetinhos trocados, com juras de amor e treinadores, pelos dois.
PS: Assel Navi é o Ivan Lessa de costas.
Quarta-feira, Maio 27, 2009
Sábado, Maio 23, 2009
Sou o voyeur virtual mais presente – e tarado - do Goiabão. Mas não descasco, não (a goiaba, digo). O Goiabão, que todos fiquem sabendo, anda aposentado, mas jamais gripado, vencido ou morto; anda é vivinho da silva e louco para plantar bananeira, provando a sua virilidade. Goiabão passa a ser goiabada de banana, como já previsto pelo vidente Rogério. Também grande produtor de pérolas (sempre expandindo os negócios), o Goiabão não me deixa outra saída senão roubar uma sua e embrulhá-la com o Meia-Tigela para abrilhantar a leitura de quem se atreve a aqui arriscar o intelecto. Fala a verdade: achava que só peixe fedorento de mercado recheava folhas infrutuosas de jornais? Que nada! Há pérolas escondidas por aí, caros leitores de meia-tigela! Eis uma, do Goiabão:
Guilherme Fontes, esse injustiçado
Que outros cineastas brasileiros conseguem aliar lucidez e consciência ecológica a ponto de receber dinheiro público para não fazer um filme nacional? O Brasil tem de ser grato a alguém assim. Preservar o ambiente, evitando a produção de bosta em celulóide, é um dos destinos mais nobres que nossos impostos podem ter. Companheiro diretor, mire-se no exemplo: use a verba pública para, sei lá, comprar um belo apartamento, torrar em cocaína, enfiar onde melhor lhe aprouver -menos na produção de filmes. E, se você já faz isso, keep up the good work. A nação agradece.

